PISEI-O? DESCULPE…
Ninguém consegue, por mais
destituído que seja, arrogar-se ao “feito”, depois de ter magoado alguém
intencionalmente e de não ter pedido desculpa a seguir ao facto, de: “Vejam,
ele está a pedir-me desculpa e quer ser meu amigo. Reparem como eu sei resolver
esta questão. I am the boss!”
O cidadão em causa fez com que todos,
os que presenciaram o acto premeditado, tentassem ajudar, gastando álcool,
pomadas, compressas, pensos… os vendedores desses produtos aproveitaram o
“gasto repentino” e toca a elevar o preço dos produtos, alegando que deixaram
de existir em quantidade nos stocks, que vão ter que pagar mais caro por novos
produtos graças à inflação quando forem refazer os stock’s… etc., etc., etc.
Existem sempre os aproveitadores da “onda”, agitam-na para que pareça, ou até seja,
maior. Estão permanentemente à espreita, seguindo o lema: Com o mínimo de esforço, o máximo de proveito. Fazem lembrar o
cidadão que ia vender amendoins para o adro da igreja, quando o padre dizia:
“Amém” ele completava a frase; “doins”.
O mundo passou por um mau bocado e
vai continuar a passar, por implicação deste procedimento do “senhor” Trump e
do “senhor” Bibi. Até nos esquecemos de Putin, porquê? É que nos entrou directamente
no bolso esta atitude irreflectida, a de um dirigente de um país que só vê
dinheiro pela frente e tudo o que faz é aumentar a sua fortuna e a dos seus
familiares. Num outro país, era considerada corrupção dos dirigentes, na
América é… cegueira e se calhar analfabetismo social de um povo. Quanto ao
Putin… com o “mal da Ucrânia, podemos nós bem”! Ouvem-se os pensamentos: Não
nos afectou o bolso directamente. Pois é assim senhores cínicos, pois é sempre
assim. O que interessa fazerem-se acordos internacionais de interajuda, no caso
de agressão imediata?
Os dirigentes da Europa, verdade
seja dita, tinham um caminho social de harmonia entre as nações, mas não eram
cartomantes para prever a chegada de uns loucos sociais. Nunca se deve premiar
loucos destes, Netanyahu, Putin, Trump, sequer, com um sorriso. Tem-se até por
base um sintoma bem claro do “senhor” Trump ao dizer na entrada da reunião do
G7, na Suíça, para os presentes, para ele uma nota de “humor”: “Eu sou o
chefe!” Para nós o superego de um cretino que eleva a destruição das sociedades
mundiais, no que se construiu até agora, para o período medieval, conjuntamente,
no tempo, com os outros dois “manos”, é um caso clinico, não sei se o deles… se
o nosso... O que me é dado observar é que os dirigentes europeus, para
resolverem situações graves para o continente, possuem umas L1, L2, L3, L4, L5
demasiado flexíveis. Verifiquei isso, claramente, no senhor Macron, com 48 anos
de grandes vivências sociais e profissionais nesta vida… pode? Será que foi aos
workshops onde se especializou o senhor Mark Rutte? Este senhor nunca conseguiu
dizer ao “boss” (nem o das camisas e perfumes, é) que, não é aconselhável, dado
o ego do “artista” e ser presidente dos EUA, que o pacto é baseado na não
agressão, só se um país da organização for atacado, aí sim, a NATO actua? O acumulador
de riqueza circunstancial é que atacou, à revelia dos membros da organização, um
país soberano, foi por “conta própria”.
Agora, como repor a ordem mundial,
se os povos estão sem capacidade de reflecção, de acção, por défices culturais
e económico-financeiros? Como manter uma rede de informação escrita, falada e
visualizada, alicerçada na verdade, sem ser tocada, pressionada, ou até
fechada, destruindo anos e anos de trabalho e perdas financeiras dos
financiadores, para que os povos tenham a verdade presente? Neste momento
social do mundo, talvez as cúpulas destas entidades se devam reunir e fazerem
um acordo de “costas com costas”. Os
pergaminhos, os egos, os financiamentos de cada entidade, ficam para se gerirem
em segundo plano. O primeiro plano é a defesa da verdade. Não se podem esquecer
que esses criminosos necessitam e querem publicidade. Não pode ser a que
pretendem, não podem condicionar nenhum órgão escrito, visualizado ou falado,
para isso, este pacto: “Costas com Costas” é fundamental
nos tempos que correm. Os financiadores tendenciosos que imprimem “deslocações”
da verdade devem ser tratados em conjuntos, dentro do pacto. Directores destes
órgãos, para o bem da Humanidade, reúnam-se e façam um pacto, podem chamar-lhe
outro nome, mas este parece-me o melhor:
Pacto “Costas com Costas” pela
defesa da honra dos colaboradores de cada entidade e pela defesa da verdade no
mundo, para que o mundo não resvale como está a acontecer, para tempos
medievais… já que o povo está amarrado culturalmente, no que se percebe...
segurem isto.
O dinheiro das nações, que é do
povo, tem que ser rebentado a destruir povos? Porque razão o “senhor”
Trump não cuida do seu povo, criando a saúde para todos como fez Obama? Porque
a saúde para todos é um plano maquiavélico do comunismo? Porque é que são os
povos obrigados a terem seguros milionários à custa do sacrifício de uma vida,
para terem acesso “à porta do hospital”? Mantém-se para o povo que tudo
constrói e permite a esses magnatas, continuarem a ser magnatas, o privilégio
de morrer lentamente na rua, porque ajudar a tratar do povo é uma atitude
socialista ou comunista? Todo o dinheiro que esses “assassinos” de trabalho, de
esperanças, de vidas, gastam em armamento não podia ser usado para que o povo
beneficie, do que nem sequer deve receber por esmola quando lhe cabe por
justiça? No meu tempo de adolescente tínhamos uma frase, que agora personalizo,
para quem tinha ideias e comportamentos estúpidos:
- “Trump”, evita-te!”
VM