domingo, 5 de julho de 2026

PISEI-O? DESCULPE…

 

            Ninguém consegue, por mais destituído que seja, arrogar-se ao “feito”, depois de ter magoado alguém intencionalmente e de não ter pedido desculpa a seguir ao facto, de: “Vejam, ele está a pedir-me desculpa e quer ser meu amigo. Reparem como eu sei resolver esta questão. I am the boss!”

            O cidadão em causa fez com que todos, os que presenciaram o acto premeditado, tentassem ajudar, gastando álcool, pomadas, compressas, pensos… os vendedores desses produtos aproveitaram o “gasto repentino” e toca a elevar o preço dos produtos, alegando que deixaram de existir em quantidade nos stocks, que vão ter que pagar mais caro por novos produtos graças à inflação quando forem refazer os stock’s… etc., etc., etc. Existem sempre os aproveitadores da “onda”, agitam-na para que pareça, ou até seja, maior. Estão permanentemente à espreita, seguindo o lema: Com o mínimo de esforço, o máximo de proveito. Fazem lembrar o cidadão que ia vender amendoins para o adro da igreja, quando o padre dizia: “Amém” ele completava a frase; “doins”.

            O mundo passou por um mau bocado e vai continuar a passar, por implicação deste procedimento do “senhor” Trump e do “senhor” Bibi. Até nos esquecemos de Putin, porquê? É que nos entrou directamente no bolso esta atitude irreflectida, a de um dirigente de um país que só vê dinheiro pela frente e tudo o que faz é aumentar a sua fortuna e a dos seus familiares. Num outro país, era considerada corrupção dos dirigentes, na América é… cegueira e se calhar analfabetismo social de um povo. Quanto ao Putin… com o “mal da Ucrânia, podemos nós bem”! Ouvem-se os pensamentos: Não nos afectou o bolso directamente. Pois é assim senhores cínicos, pois é sempre assim. O que interessa fazerem-se acordos internacionais de interajuda, no caso de agressão imediata?

            Os dirigentes da Europa, verdade seja dita, tinham um caminho social de harmonia entre as nações, mas não eram cartomantes para prever a chegada de uns loucos sociais. Nunca se deve premiar loucos destes, Netanyahu, Putin, Trump, sequer, com um sorriso. Tem-se até por base um sintoma bem claro do “senhor” Trump ao dizer na entrada da reunião do G7, na Suíça, para os presentes, para ele uma nota de “humor”: “Eu sou o chefe!” Para nós o superego de um cretino que eleva a destruição das sociedades mundiais, no que se construiu até agora, para o período medieval, conjuntamente, no tempo, com os outros dois “manos”, é um caso clinico, não sei se o deles… se o nosso... O que me é dado observar é que os dirigentes europeus, para resolverem situações graves para o continente, possuem umas L1, L2, L3, L4, L5 demasiado flexíveis. Verifiquei isso, claramente, no senhor Macron, com 48 anos de grandes vivências sociais e profissionais nesta vida… pode? Será que foi aos workshops onde se especializou o senhor Mark Rutte? Este senhor nunca conseguiu dizer ao “boss” (nem o das camisas e perfumes, é) que, não é aconselhável, dado o ego do “artista” e ser presidente dos EUA, que o pacto é baseado na não agressão, só se um país da organização for atacado, aí sim, a NATO actua? O acumulador de riqueza circunstancial é que atacou, à revelia dos membros da organização, um país soberano, foi por “conta própria”.

            Agora, como repor a ordem mundial, se os povos estão sem capacidade de reflecção, de acção, por défices culturais e económico-financeiros? Como manter uma rede de informação escrita, falada e visualizada, alicerçada na verdade, sem ser tocada, pressionada, ou até fechada, destruindo anos e anos de trabalho e perdas financeiras dos financiadores, para que os povos tenham a verdade presente? Neste momento social do mundo, talvez as cúpulas destas entidades se devam reunir e fazerem um acordo de “costas com costas”. Os pergaminhos, os egos, os financiamentos de cada entidade, ficam para se gerirem em segundo plano. O primeiro plano é a defesa da verdade. Não se podem esquecer que esses criminosos necessitam e querem publicidade. Não pode ser a que pretendem, não podem condicionar nenhum órgão escrito, visualizado ou falado, para isso, este pacto: “Costas com Costas” é fundamental nos tempos que correm. Os financiadores tendenciosos que imprimem “deslocações” da verdade devem ser tratados em conjuntos, dentro do pacto. Directores destes órgãos, para o bem da Humanidade, reúnam-se e façam um pacto, podem chamar-lhe outro nome, mas este parece-me o melhor:

            Pacto “Costas com Costas” pela defesa da honra dos colaboradores de cada entidade e pela defesa da verdade no mundo, para que o mundo não resvale como está a acontecer, para tempos medievais… já que o povo está amarrado culturalmente, no que se percebe... segurem isto.

            O dinheiro das nações, que é do povo, tem que ser rebentado a destruir povos? Porque razão o “senhor” Trump não cuida do seu povo, criando a saúde para todos como fez Obama? Porque a saúde para todos é um plano maquiavélico do comunismo? Porque é que são os povos obrigados a terem seguros milionários à custa do sacrifício de uma vida, para terem acesso “à porta do hospital”? Mantém-se para o povo que tudo constrói e permite a esses magnatas, continuarem a ser magnatas, o privilégio de morrer lentamente na rua, porque ajudar a tratar do povo é uma atitude socialista ou comunista? Todo o dinheiro que esses “assassinos” de trabalho, de esperanças, de vidas, gastam em armamento não podia ser usado para que o povo beneficie, do que nem sequer deve receber por esmola quando lhe cabe por justiça? No meu tempo de adolescente tínhamos uma frase, que agora personalizo, para quem tinha ideias e comportamentos estúpidos:

            - “Trump”, evita-te!”


VM


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