A CULPA É DO FAZEDOR DE TAMBORES
Tenho uma ojeriza a este tipo de situações. Os
combustíveis são uma fonte de receita que dá a entender, pelo procedimento do
governo, não existir mais nenhuma fonte de receita, ou até outras situações em
que não se “consegue” rendibilizar os dinheiros arrecadados pelo estado.
A informação que está disponível é que a gasolina, por
cada 1000 litros tem um ISP (Imposto
Sobre Produtos Petrolíferos) de 470,53 € onde se acrescenta o IVA de 23%,
dando um final de 578,7519 €. No gasóleo, por 1000 litros, a taxa de ISP é de
311,63€, acresce 23% de IVA, temos um final para o estado, 383,3049 €. Tal como
na gasolina, o imposto ronda os 50%.
Usando ideologia partidária para a continuação da
crónica, e o “pensamento de uma parte do governo, uma em a) a outra em b)”:
A) “…
Os transportadores, distribuidores de produtos, têm mais que margens de lucros suficientes
e podem pagar esta alta de preços dos combustíveis…”
B) “…
Qual é a empresa que pode comportar esta alta de preços, sem fechar e lançar
para o desemprego muitos colaboradores, sem ser com a ajuda do estado?”.
O
procedimento que a seguir fizemos (agitando
os cérebros) foi para, exemplo, a gasolina. Considerando o imposto em cerca
de 50% (claro que são contabilizações
feitas de modo grosseiro/linear), a gasolina à data desta informação, deveria
custar 1,15€ por litro, seja:
578,7519 € X 2 (50%) = 1157,51838 €
1157,51838:1000 (litros) = 1,1575….
€ o litro
O
estado deve retirar o imposto que arrecada de modo a colocar o preço dos
combustíveis ao nível, no mínimo, no inicio do conflito. Temos que ser “bons
alunos” e respeitar assim, o povo. O nosso país não vai conseguir sair deste
atoleiro, sim afundar-se, se não for imediatamente feito neste sentido uma
reformulação de preços. Primeiro está a economia do país. Bruxelas não vai
querer que as populações dos estados membros passem problemas graves e até encerramento
de empresas fundamentais à economia dos países. Era uma insanidade política.
Têm os estados membros que concertar estas políticas de modo rápido, os povos
respectivos nem sequer por esmola devem receber aquilo que lhes cabe por
justiça. A união europeia nasceu para criar o bem-estar dos estados membros.
Decidam com competência e coloquem o “dedo no nariz” a extracomunitários que só
nos querem destruir de forma dissimulada.
Dada
esta falta de decisões e estes “refluxos” políticos… já comecei a tomar
camomila em infusão… tal é a azia… política.
VM
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